NOSSA HISTÓRIA
Comunidade Católica Missionária Crux Sacra

Em março do ano de mil novecentos e noventa e quatro do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo, durante o pontificado de Sua Santidade o Papa João Paulo II, e episcopado do então Bispo da Diocese de Nazaré-PE, Dom Jorge Tobias de Freitas.

Foi no dia 17 de julho de 1994 que Leonaldo Cordeiro da Silva começou a dar os seus primeiros passos na Igreja, quando foi convidado pela então namorada Maria Luiza para participar do movimento juvenil a que pertencia, denominado ‘corrente missionária’. Os rumos de sua vida começaram a ser mudados a partir de então.

Os dois casaram-se no ano de mil novecentos e noventa e seis e, juntos, começaram a compartilhar do mesmo desejo de fazer caminho em uma comunidade de vida (as chamadas ‘comunidades novas’), com a finalidade de se dedicarem exclusivamente à evangelização. Então, no ano de 1998, eles fizeram um caminho vocacional (de um ano) na Canção Nova, mas desistiram, no ano seguinte, pela proposta de iniciarem uma experiência comunitária numa casa localizada no Bairro do Maracujá, na própria cidade de Itambé-PE, onde residiam. O convite foi feito pelo Monsenhor Orlando do Nascimento Silva (padre da cidade de Timbaúba e orientador espiritual do movimento missionário ao qual pertenciam), com o apoio do pároco local, o padre José Carvalho. O objetivo era evangelizar o bairro em questão, a fim de atrair (para a Igreja) aqueles que estavam distantes da prática da fé.

Assim, no dia 02 de fevereiro de 1999, surgia a Comunidade Missionária dos Filhos de Maria. Leonaldo Cordeiro e sua esposa Maria Luiza (e a primeira filha do casal) vão, então, morar na casa de missão, juntamente com mais três jovens. Todo o trabalho que realizavam não só atraía o interesse de pessoas sensibilizadas com a causa, mas fazia crescer, em seus corações, o anseio de intensificar essa experiência de tal forma que ela se tornasse, verdadeiramente, um estilo de vida próprio.

A missão paroquial chegou ao fim no ano de dois mil e quatro, depois de uma conversa da equipe missionária com o Monsenhor Orlando e, posteriormente, com o então Bispo da Diocese de Nazaré, Dom Jorge Tobias de Freitas. A finalidade era desistir da missão paroquial, mas o Bispo os incentivou a iniciar uma nova realidade de vida comunitária “conforme a inspiração de seus corações”. Assim, em 11 de junho de 2004, com o apoio e orientação espiritual do Pe. José Carvalho (padre da cidade de Itambé), surge uma nova história de fundação da Comunidade que temporariamente preserva o nome ‘Filhos de Maria’, e só depois passa a se chamar ‘Comunidade Crux Sacra’.

Nesse âmbito, Leonaldo Cordeiro – juntamente com sua esposa Maria Luiza e Josinete Alves (cofunfadoras) – assumiu o desafio de começar uma nova realidade de vida missionária, com um novo estilo de vida dentro de um carisma próprio suscitado por Deus. Com essa inspiração, começaram a surgir novas regras de vida, novas vocações, novos elos e estados de vida, novos meios de evangelização (grupos de oração e evangelização porta a porta; meios de comunicação social; e artes: teatro, dança, música), projetos sociais, casas de missão em outras paróquias; enfim, novos meios de expressar sua identidade e, dessa forma, ajudar a resgatar os filhos de Deus dispersos da prática da fé.

"Assumimos o desafio de começar uma nova realidade de vida missionária, com um novo estilo de vida dentro de um carisma próprio suscitado por Deus: “Viver e testemunhar a loucura da cruz” o de Anunciar o amor libertador de Jesus Cristo crucificado. Com essa inspiração, começaram a surgir novas regras de vida, novas vocações, novos elos e estados de vida, novos meios de evangelização (grupos de oração e evangelização porta a porta; meios de comunicação social; artes: teatro, dança, música), projetos sociais, casas de missão em outras paróquias; enfim, novos meios de expressar nossa identidade e, dessa forma, ajudar a resgatar os filhos de Deus dispersos da prática da fé".

(Leonaldo Cordeiro)

Foi no dia 21 de março de 2008, uma Sexta-Feira da Paixão, que a Comunidade passou a usar o seu novo nome: Comunidade Católica Missionária Crux Sacra. Nesse período, já se contava – na Diocese de Nazaré – com a presença do novo bispo, Dom Frei Severino Batista de França, que não só motivou a instituição a desbravar novos caminhos (confirmando-a na caminhada), como colaborou no discernimento para a inclusão do termo “missionária” ao nome da Comunidade.

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